{"id":93,"date":"2025-08-05T01:59:00","date_gmt":"2025-08-05T04:59:00","guid":{"rendered":"https:\/\/extremidades.art\/x\/regimesdesentidonaspoeticas\/?p=93"},"modified":"2025-10-02T15:10:46","modified_gmt":"2025-10-02T18:10:46","slug":"poeticas-e-proposicoes-contemporaneas-apontamentos-introdutorios-as-praticas-artisticas-em-suas-relacoes-com-a-cultura-contemporanea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/extremidades.art\/x\/regimesdesentidonaspoeticas\/2025\/08\/05\/poeticas-e-proposicoes-contemporaneas-apontamentos-introdutorios-as-praticas-artisticas-em-suas-relacoes-com-a-cultura-contemporanea\/","title":{"rendered":"Po\u00e9ticas e proposi\u00e7\u00f5es contempor\u00e2neas:  apontamentos introdut\u00f3rios |  as pr\u00e1ticas art\u00edsticas em suas rela\u00e7\u00f5es com a cultura contempor\u00e2nea"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center\">PUC-SP | PPGCOS | Christine Mello | 2025 | 2o. semestre<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Regimes de Sentido nas Po\u00e9ticas:<\/strong> <strong>procedimentos conceituais entre as redes audiovisuais, o cinema,<\/strong> <strong>a performance e a arte contempor\u00e2nea&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">PO\u00c9TICAS E PROPOSI\u00c7\u00d5ES CONTEMPOR\u00c2NEAS<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">apontamentos introdut\u00f3rios<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">as pr\u00e1ticas art\u00edsticas em suas rela\u00e7\u00f5es com a cultura contempor\u00e2nea<\/p>\n\n\n\n<p><em>Po\u00e9tica \u2013 poiesis \u2013 Arte poietica \u2013 A arte da po\u00edesis &#8211; do grego antigo \u2013<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Arist\u00f3teles (Gr\u00e9cia Antiga, 384 a.C. \u2013 322 a.C)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Fabrica &#8211; o conjunto de princ\u00edpios que regulam o fazer art\u00edstico \u2013 compreender determinados sentidos operat\u00f3rios \u2013<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O jogo po\u00e9tico \u2013 conhecer as regras do jogo &#8211; os princ\u00edpios que regulam o pensar criativo &#8211; que inauguram uma po\u00e9tica singular<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>a partir de <strong>Edilamar Galv\u00e3o<\/strong> (S\u00e3o Paulo, 09\/03\/17)<\/p>\n\n\n\n<p><a>REGIMES DA ARTE &#8211; ARTE EM SUAS SINGULARIDADES<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>a partir de <strong>Jacques Ranci\u00e8re<\/strong>: A partilha do sens\u00edvel: est\u00e9tica e pol\u00edtica (2005)<\/p>\n\n\n\n<p>cap\u00edtulo 2: Dos regimes da arte e do pouco interesse da no\u00e7\u00e3o de modernidade<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Regime \u00e9tico<\/strong> (<em>modos de ser \u2013 ethos \u2013 indiv\u00edduos e coletividades<\/em>) \u2013 a experi\u00eancia coletiva no campo da cultura. \u201c<em>essa quest\u00e3o impede a \u201carte\u201d de se individualizar enquanto tal<\/em>\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Regime po\u00e9tico<\/strong> (<em>modos de fazer<\/em>):<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c<em>N\u00e3o \u00e9 um procedimento art\u00edstico, mas <strong>um regime de visibilidade das artes<\/strong><\/em>\u201d <a>(p. 31).<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>\u201c<em>Um regime de visibilidade das artes \u00e9, ao mesmo tempo, o que autonomiza as artes, mas tamb\u00e9m o que articula essa autonomia a uma ordem geral das maneiras de fazer e das ocupa\u00e7\u00f5es<\/em>\u201d (p. 31-32).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Regime est\u00e9tico<\/strong> (<em>modos de ser sens\u00edvel pr\u00f3prio aos produtos, objetos, da arte<\/em>) \u2013 da ordem do sens\u00edvel, \u201cidentifica a arte no singular e desobriga essa arte de toda e qualquer regra espec\u00edfica, de toda hierarquia de temas, g\u00eaneros e artes\u201d (p. 33-34) \u2013 a modernidade &#8211; faz da arte uma \u201c<em>forma aut\u00f4noma de vida<\/em>\u201d(p.37).<\/p>\n\n\n\n<p>Em nossos estudos sobre os <strong>Regimes de Sentido nas Po\u00e9ticas<\/strong> n\u00e3o nos interessa uma classifica\u00e7\u00e3o de maneiras de fazer, ver e julgar sob a perspectiva da \u201cidentidade da forma\u201d, da cr\u00edtica formalista, mas compreender que \u201c<em>\u00e9 a vida que indica o caminho das formas<\/em>\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;No s\u00e9culo XX, em <strong>Cristina Freire<\/strong>, significa estudar regimes po\u00e9ticos a partir da arte em suas rela\u00e7\u00f5es sociais, da arte fundida com a vida, da arte e vida cotidiana, que incorporam o ef\u00eamero, o transit\u00f3rio, a temporaliza\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o, o tempo real, as linguagens corp\u00f3reas e midi\u00e1ticas, que se referem a lugares espec\u00edficos, a contextos (hist\u00f3rico, social ou pol\u00edtico), que evidenciam o sentido do processo nas po\u00e9ticas:<\/p>\n\n\n\n<p><a>PO\u00c9TICAS DO PROCESSO: a arte como processo<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>a partir do livro de <strong>Cristina Freire<\/strong>: <strong><em>Po\u00e9ticas do processo: arte conceitual no museu<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>(S\u00e3o Paulo: Editora Iluminuras, 1999)<\/p>\n\n\n\n<p>cap\u00edtulo 1: Arte conceitual no MAC-USP: um ponto de partida<\/p>\n\n\n\n<p>cap\u00edtulo 2: Arte conceitual e as institui\u00e7\u00f5es: um enquadramento para an\u00e1lise<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c<em>Esta no\u00e7\u00e3o implica na revis\u00e3o de categorias tradicionalmente ligadas \u00e0s obras de arte que se fundamentam no culto renascentista do objeto aut\u00f4nomo<\/em>\u201d (p. 29)<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c<em>S\u00e3o utilizados os mais variados meios e t\u00e9cnicas: fotografias, xerox, off-sets, v\u00eddeos e filmes. Algumas caracter\u00edsticas s\u00e3o comuns \u00e0s proposi\u00e7\u00f5es conceituais: a transitoriedade, o quantitativismo (no caso da arte postal), a reprodutibilidade, o sistema alternativo de circula\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o<\/em>\u201d (p. 30).<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c<em>As po\u00e9ticas conceituais materializam, frequentemente, atrav\u00e9s da chamada desmaterializa\u00e7\u00e3o da obra, uma cr\u00edtica \u00e0s institui\u00e7\u00f5es e sua l\u00f3gica de opera\u00e7\u00f5es excludentes<\/em>\u201d (p. 30).<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c<em>Passamos a considerar como obra de arte tamb\u00e9m o corpo em performance, trabalhos produzidos em meios tecnol\u00f3gicos como v\u00eddeo e computador, projetos realizados em locais ermos e inacess\u00edveis, projetos de trabalhos, \u00e0s vezes, nunca realizados<\/em>\u201d (p. 31)<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c<em>A no\u00e7\u00e3o de arte como conceito, como elemento referente a um <strong>contexto<\/strong> (<strong>de linguagem<\/strong>) <strong>do qual se depreende seu sentido e valor<\/strong>, remete mais uma vez a Marcel Duchamp, que operando com ideias jogou com seus sentidos dentro do sistema de valores e representa\u00e7\u00f5es<strong>. O campo da arte se expande<\/strong>, portanto, <strong>do est\u00e9tico<\/strong> \u2013 eminentemente retiniano \u2013 <strong>para o art\u00edstico<\/strong>, que envolve conceitos, ideias, valores e representa\u00e7\u00f5es que se estendem al\u00e9m dos limites da percep\u00e7\u00e3o visual. Nessa perspectiva, \u00e9 importante frisar<strong>, o significado de uma obra n\u00e3o se instala dentro de si, mas atrav\u00e9s do lugar que ocupa num determinado sistema de valores e representa\u00e7\u00f5es do qual participa<\/strong><\/em><strong>.<\/strong>\u201d (p. 50)<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c<em>A arte postal<strong> transfere o foco do que \u00e9 tradicionalmente chamado de arte para o conceito mais amplo de cultura<\/strong>. Essa mudan\u00e7a \u00e9 o que faz a arte postal realmente contempor\u00e2nea. A arte postal <strong>enfatiza estrat\u00e9gias culturais onde estariam os limites entre o trabalho do artista e a organiza\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o desse trabalho<\/strong>. Os artistas podem escolher o sistema de distribui\u00e7\u00e3o como estrutura mesma desse trabalho. Nesse sentido, <strong>tais estrat\u00e9gias s\u00e3o suas componentes formais<\/strong><\/em>\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Ulisses Carrion (Cidade do M\u00e9xico, 1941-1989) in p. 78<\/p>\n\n\n\n<p>Com as PO\u00c9TICAS DO PROCESSO significa pensar:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Regime po\u00e9tico<\/strong> (<strong>como <em>modos de fazer em processo, em contexto e lugar situado, in situ<\/em><\/strong>):<\/p>\n\n\n\n<p>Trata-se de procedimentos conceituais que n\u00e3o operam como regime de representa\u00e7\u00e3o (autonomia da arte, pr\u00f3prio a uma a\u00e7\u00e3o indireta, abstrata, com o mundo), mas procedimentos conceituais que operam com a vida (pr\u00f3prio a uma a\u00e7\u00e3o direta, processual, corp\u00f3rea com o mundo), que operam como <strong>regime de apresenta\u00e7\u00e3o<\/strong> (arte como pr\u00e1tica vital, como processo).<\/p>\n\n\n\n<p>PO\u00c9TICAS E PROPOSI\u00c7\u00d5ES CONTEMPOR\u00c2NEAS<\/p>\n\n\n\n<p>apontamentos a partir do livro de <strong>Emanuele Coccia <\/strong>(It\u00e1lia, 1976):<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>A virada vegetal<\/em><\/strong> (S\u00e3o Paulo: Editora N-1\/S\u00e9rie Pandemia, 2019)<\/p>\n\n\n\n<p>as pr\u00e1ticas art\u00edsticas em suas rela\u00e7\u00f5es com FORMA DO MUNDO\/FORMA DE VIDA<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;e a sociedade no s\u00e9culo XXI<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/pt.scribd.com\/document\/594577960\/A-virada-vegetal-Coccia\">https:\/\/pt.scribd.com\/document\/594577960\/A-virada-vegetal-Coccia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA origem do mundo est\u00e1 em todo lugar, e existe em cada instante.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela n\u00e3o \u00e9 um acontecimento singular, um <em>big bang<\/em>,<\/p>\n\n\n\n<p>mas um processo constantemente em curso (a fotoss\u00edntese).<\/p>\n\n\n\n<p>O mundo come\u00e7a sempre no meio, e n\u00e3o para nunca de come\u00e7ar.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o h\u00e1 distin\u00e7\u00e3o poss\u00edvel entre cosmologia (astronomia) e cosmogonia (cosmog\u00eanese)<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;ou, melhor dizendo, n\u00e3o h\u00e1 sen\u00e3o uma cosmogonia m\u00faltipla e perp\u00e9tua.<\/p>\n\n\n\n<p>(&#8230;) Toda FORMA DE VIDA \u00e9 tamb\u00e9m uma FORMA DO MUNDO,<\/p>\n\n\n\n<p>que ela a um s\u00f3 tempo produz e contempla.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 por isso que para OBSERVAR O MUNDO,<\/p>\n\n\n\n<p>n\u00e3o precisamos de um PONTO DE VISTA, e sim de um PONTO DE VIDA:<\/p>\n\n\n\n<p>o universo vive, ele \u00e9, em toda escala, um produto vivente,<\/p>\n\n\n\n<p>e \u00e9 somente ao viv\u00ea-lo que se poder\u00e1 explica-lo, n\u00e3o o inverso.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>(COCCIA, p. 11)<\/p>\n\n\n\n<p>No s\u00e9culo XXI, em tempos de emerg\u00eancias clim\u00e1ticas e crises ininterruptas, Emanule Coccia nos faz repensar a nossa rela\u00e7\u00e3o com a natureza: que n\u00e3o somos apenas parte da natureza, mas SOMOS A NATUREZA.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos faz refletir a partir da diversidade como princ\u00edpio para compreendermos a conex\u00e3o entre esp\u00e9cies e a rela\u00e7\u00e3o com a VIDA: o regime interesp\u00e9cie.<\/p>\n\n\n\n<p>Em contrapartida, \u00e9 poss\u00edvel observarmos deslocamentos nos <strong>regimes de sentido nas po\u00e9ticas<\/strong>: de um Regime Po\u00e9tico da<strong> ARTE E VIDA\/PO\u00c9TICAS DO PROCESSO<\/strong> (em Cristina Freire) para um Regime Po\u00e9tico da <strong>ARTE COM O VIVO E COM O N\u00c3O VIVO<\/strong> (em Emanuele Coccia).<\/p>\n\n\n\n<p><a>A partir do livro <em>Extremidades do v\u00eddeo<\/em> (Christine Mello, 2008, p. 195), sob a forma de a\u00e7\u00e3o colaborativa, compartilhamento e ponta extrema com os procedimentos contempor\u00e2neos da arte, observamos a obra <em>Teleporting as na unknown state <\/em>(1994-1996) de Eduardo Kac (Rio de Janeiro, 1962):<\/a><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Teleporting an Unknown State - Emo\u00e7\u00e3o Artificial 2.0\" width=\"500\" height=\"375\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/sD3rbN_9D2E?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.ekac.org\/teleporting.html\">https:\/\/www.ekac.org\/teleporting.html<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mudan\u00e7a de paradigma<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Da <strong>no\u00e7\u00e3o de mundo como algo fabricado pelo homem<\/strong> adv\u00e9m a no\u00e7\u00e3o de POIESIS em ARIST\u00d3TELES, gera a no\u00e7\u00e3o de instrumento\/obra\/constru\u00e7\u00e3o e a no\u00e7\u00e3o de<\/p>\n\n\n\n<p><strong>GESTALT<\/strong> \u2013 <strong>como FORMA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Trata-se da divis\u00e3o ontol\u00f3gica entre sujeito \u2013 m\u00e1quina \u2013 mundo,<\/p>\n\n\n\n<p>o sujeito como ponto central do mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando \u201cestar no mundo\u201d resulta na no\u00e7\u00e3o de <strong>ponto de vista<\/strong>: a separa\u00e7\u00e3o entre indiv\u00edduo e mundo, natureza e t\u00e9cnica<\/p>\n\n\n\n<p>Para a <strong>no\u00e7\u00e3o de mundo como algo fabricado pela vida vegetal<\/strong> adv\u00e9m em Emanuele Coccia a no\u00e7\u00e3o de<\/p>\n\n\n\n<p>BILDUNG \u2013 como FORMA\u00c7\u00c3O,<\/p>\n\n\n\n<p>Gera a no\u00e7\u00e3o de \u201cSENDO COM\u201d (<em>becoming with<\/em>) \u2013 estar em constru\u00e7\u00e3o: a no\u00e7\u00e3o de POIESES em DONNA HARAWAY<\/p>\n\n\n\n<p>Trata-se de compreender o sujeito deslocado do centro do mundo e de compreender os chamados agenciamentos interesp\u00e9cies.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando o \u201cfazer o mundo\u201d resulta na no\u00e7\u00e3o de <strong>ponto de vida<\/strong>: a N\u00c3O separa\u00e7\u00e3o entre indiv\u00edduo e mundo, a n\u00e3o separa\u00e7\u00e3o entre natureza e t\u00e9cnica.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir do livro <em>Extremidades do v\u00eddeo<\/em> (Christine Mello, 2008, p. 216), sob a forma de a\u00e7\u00e3o colaborativa, compartilhamento e ponta extrema com os procedimentos contempor\u00e2neos da arte, observamos a obra<em> Desertesejo<\/em> (2000-2014-2025) e, mais recente, <em>Amoreiras<\/em> (2010), de Gilbertto Prado (Santos, 1954):<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/www.mac.usp.br\/mac\/expos\/2025\/gilberttoprado\/index.html\">http:\/\/www.mac.usp.br\/mac\/expos\/2025\/gilberttoprado\/index.html<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/gilberttoprado.net\/\">http:\/\/gilberttoprado.net\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PUC-SP | PPGCOS | Christine Mello | 2025 | 2o. semestre Regimes de Sentido nas Po\u00e9ticas: procedimentos conceituais entre as redes audiovisuais, o cinema, a performance e a arte contempor\u00e2nea&nbsp; PO\u00c9TICAS E PROPOSI\u00c7\u00d5ES CONTEMPOR\u00c2NEAS apontamentos introdut\u00f3rios as pr\u00e1ticas art\u00edsticas em suas rela\u00e7\u00f5es com a cultura contempor\u00e2nea Po\u00e9tica \u2013 poiesis \u2013 Arte poietica \u2013 A arte [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-93","post","type-post","status-publish","hentry","category-poeticadasextremidades"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/extremidades.art\/x\/regimesdesentidonaspoeticas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/93","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/extremidades.art\/x\/regimesdesentidonaspoeticas\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/extremidades.art\/x\/regimesdesentidonaspoeticas\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/extremidades.art\/x\/regimesdesentidonaspoeticas\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/extremidades.art\/x\/regimesdesentidonaspoeticas\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=93"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/extremidades.art\/x\/regimesdesentidonaspoeticas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/93\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":111,"href":"https:\/\/extremidades.art\/x\/regimesdesentidonaspoeticas\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/93\/revisions\/111"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/extremidades.art\/x\/regimesdesentidonaspoeticas\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=93"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/extremidades.art\/x\/regimesdesentidonaspoeticas\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=93"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/extremidades.art\/x\/regimesdesentidonaspoeticas\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=93"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}