{"id":1688,"date":"2025-03-06T16:09:27","date_gmt":"2025-03-06T19:09:27","guid":{"rendered":"https:\/\/extremidades.art\/x\/christinemello\/?p=1688"},"modified":"2025-04-10T16:05:50","modified_gmt":"2025-04-10T19:05:50","slug":"imagem-como-encontro-ato-performatividade-ruinas-do-visivel-e-racismo-algoritmico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/extremidades.art\/x\/christinemello\/2025\/03\/06\/imagem-como-encontro-ato-performatividade-ruinas-do-visivel-e-racismo-algoritmico\/","title":{"rendered":"Imagem como encontro, ato, performatividade, ru\u00ednas do vis\u00edvel e racismo algor\u00edtmico"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-right has-medium-font-size\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><strong>Christine Mello<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\">PPGCOS | PUC-SP<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\">Mar\u00e7o &#8211; Junho, 2025<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>A IMAGEM EM SUAS RELA\u00c7\u00d5ES COM O CORPO E O ESPA\u00c7O SOCIAL<\/p>\n\n\n\n<p><br>Em tempos da Intelig\u00eancia artificial e da imagem algor\u00edtmica, a disciplina estuda<br>modos de pensar articula\u00e7\u00f5es da (1) imagem em seus regimes de presen\u00e7a,<br>materialidade e sentido (por Christine Mello), em seus modos de an\u00e1lise, a partir<br>de suas (2) \u201cdimens\u00f5es relacionais da implica\u00e7\u00e3o\u201d (por Henrique Nogueira<br>Neme) e das concep\u00e7\u00f5es de (3) encontro (Frantz Fanon por Cristiana Miranda e<br>Virginia de Medeiros), (4) ato (Luiz Claudio da Costa por Malka Borenstein e<br>Paula Garcia), (5) performatividade (Cesar Baio por Claudio Filho, Julia Milar\u00e9<br>Gropo e Luiza Prates Pichirilli), (6) ru\u00ednas do vis\u00edvel (por Fernanda Oliveira) e (7)<br>racismo algor\u00edtmico (Tarc\u00edzio Silva por Lindolfo Roberto Nascimento, Lia Karim<br>e Renata Rocha Oliveira).<\/p>\n\n\n\n<p><br>NEME, Henrique Nogueira. Cinemas das espirais do tempo e das implica\u00e7\u00f5es dos<br>corpos: diversidade nos cinemas do Sul Global no s\u00e9culo XXI. Memorial de<br>Qualifica\u00e7\u00e3o de Doutorado em Comunica\u00e7\u00e3o e Semi\u00f3tica. S\u00e3o Paulo, Pontif\u00edcia<br>Universidade Cat\u00f3lica de S\u00e3o Paulo, 2024.<\/p>\n\n\n\n<p><br>FANON, Frantz. O negro e a linguagem. In: FANON, Frantz. Pele Negra, m\u00e1scaras<br>brancas. Tradu\u00e7\u00e3o de Renato da Silveira. Salvador, EDUFBA, 2008.<br>COSTA, Luiz Cl\u00e1udio da. A condi\u00e7\u00e3o prec\u00e1ria da arte: corpo e imagem no s\u00e9culo<br>XXI. Belo Horizonte: Relic\u00e1rio, 2022.<\/p>\n\n\n\n<p><br>BAIO, Cesar. Rumo \u00e0 imagem performativa. In: <strong><em>__<\/em><\/strong>. M\u00e1quinas de imagem:<br>arte, tecnologia e p\u00f3s-virtualidade. S\u00e3o Paulo: Annablume, 2015. Pp.155-191.<\/p>\n\n\n\n<p><br>BAIO, Cesar; MELO FILHO, Claudio. C\u00e1ssio Vasconcellos: a imagem como enigma.<br>In: Angela Magalh\u00e3es; Nadja Peregrino; Victa de Carvalho; Antonio Fatorelli. (Org.).<br>Escritos sobre fotografia contempor\u00e2nea brasileira &#8211; Fotografia na Funarte 1979-<br>2004 (Cole\u00e7\u00e3o Midiateca). 1ed.Rio de Janeiro: {Lp} press, 2022, v. 4, p. 49-64<\/p>\n\n\n\n<p><br>OLIVEIRA, Fernanda. Ru\u00ednas do vis\u00edvel: das materialidades da imagem \u00e0<br>visualiza\u00e7\u00e3o de dados. Disserta\u00e7\u00e3o de mestrado em Artes. Campinas, Universidade<br>Estadual de Campinas, 2023.<\/p>\n\n\n\n<p><br>SILVA, Tarc\u00edzio. Racismo Algor\u00edtmico: intelig\u00eancia artificial e discrimina\u00e7\u00e3o nas<br>redes digitais. S\u00e3o Paulo: Edi\u00e7\u00f5es Sesc SP, 2022.<\/p>\n\n\n\n<p><br>Aula 27\/03\/25<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><br>A IMAGEM EM SUAS RELA\u00c7\u00d5ES COM O CORPO E O ESPA\u00c7O SOCIAL<\/p>\n\n\n\n<p><br>Imagem em suas dimens\u00f5es de Comunica\u00e7\u00e3o,<br>nas interrela\u00e7\u00f5es entre filosofia, estudos de m\u00eddia,<br>teorias da arte e teorias da imagem<br>Imagem como encontro, ato, performatividade,<br>ru\u00ednas do vis\u00edvel e racismo algor\u00edtmico<\/p>\n\n\n\n<p><br>1)<br>Fundamenta\u00e7\u00e3o te\u00f3rica para pensarmos a IMAGEM:<\/p>\n\n\n\n<p><br>Jacques Ranci\u00e8re (Arg\u00e9lia francesa, 1940)<br>em suas reflex\u00f5es no campo da Filosofia sobre est\u00e9tica e pol\u00edtica, especialmente<br>em seu livro O destino das imagens<\/p>\n\n\n\n<p><br>RANCI\u00c8RE, Jacques. O destino das imagens. Tradu\u00e7\u00e3o de M\u00f4nica Costa<br>Netto. Rio de Janeiro: Contraponto, 2012. (ArteF\u00edssil).<br>A partir da disciplina oferecida no PPGCOS no 1\u00ba. Semestre de 2024:<br>DLP: Regimes de Sentido da Imagem: Imagem e diversidade:<br>Interseccionalidade, feminismo decolonial, corpos pol\u00edticos e<br>manifesta\u00e7\u00f5es LGBTQIA+: imagens digitais, afec\u00e7\u00f5es traum\u00e1ticas e modos<br>de an\u00e1lise. \u2013 (C\u00f3digo da disciplina: P08307)<br>A alteridade das imagens<br>(Jacques Ranci\u00e8re, p\u00e1gs 11-17)<\/p>\n\n\n\n<p><br>\u201cImagem designa duas coisas diferentes. Existe a rela\u00e7\u00e3o simples<br>que produz a semelhan\u00e7a de um original: n\u00e3o necessariamente sua c\u00f3pia fiel,<br>mas apenas o que \u00e9 suficiente para tomar o seu lugar. E h\u00e1 o jogo de<br>opera\u00e7\u00f5es que produz o que chamamos de arte: ou seja, uma altera\u00e7\u00e3o da<br>semelhan\u00e7a\u201d (p\u00e1g. 15)<\/p>\n\n\n\n<p><br>Imagem e semelhan\u00e7a: o plano visual, sonoro e verbal da imagem.<br>Imagem e dessemelhan\u00e7a: o outro da imagem.<br>\u201cA imagem que remete a um Outro<br>e o Visual que s\u00f3 remete a ele mesmo\u201d<br>(p\u00e1g. 10)<br>Um jogo entre a \u201cvisibilidade e uma pot\u00eancia de significa\u00e7\u00e3o e de afeto que lhe<br>\u00e9 associada\u201d (p\u00e1gs11-12).<br>\u201cPois surge a inquieta\u00e7\u00e3o: n\u00e3o ser semelhante n\u00e3o equivaleria a renunciar ao<br>vis\u00edvel, ou submeter sua riqueza concreta a opera\u00e7\u00f5es e artif\u00edcios que<br>encontram sua matriz na linguagem? Um contramovimento se desenha ent\u00e3o:<br>o que se op\u00f5e \u00e0 semelhan\u00e7a n\u00e3o \u00e9 a operatividade da arte,<br>mas a presen\u00e7a sens\u00edvel, o esp\u00edrito feito carne,<br>o absolutamente outro que \u00e9 absolutamente o mesmo\u201d (p\u00e1g. 16).<br>2)<br>Estudo da imagem em seus regimes de materialidade, seguido por an\u00e1lise<br>cr\u00edtica a partir da experi\u00eancia da imagem no mundo e na arte contempor\u00e2nea por<br>meio das redes audiovisuais:<br>2.1)<br>Materialidades factuais, sens\u00edveis, imagem e semelhan\u00e7a:<\/p>\n\n\n\n<p><br>IMAGENS DO MUNDO<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Ministro do STF Alexandre de Moraes (em 26\/03\/25): v\u00eddeo de comprova\u00e7\u00e3o<br>da materialidade dos delitos em 08\/01\/23, por meio de recorte de mat\u00e9ria da<br>Folha de S\u00e3o Paulo\/Pol\u00edtica, que circulou neste mesmo dia no Instagram.<br>2.2)<br>Materialidades factuais, sens\u00edveis, imagem e dessemelhan\u00e7a:<\/li>\n\n\n\n<li><br>IMAGENS DA ARTE<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n\n\n\n<li>Acervos Digitais<br>www.acervosdigitais.fau.usp.br<br>Pr\u00e1tica art\u00edstica em an\u00e1lise: v\u00eddeo document\u00e1rio \u201cDomingo no golpe\u201d (2024), de<br>Giselle Beiguelman e Lucas Bambozzi<\/li>\n\n\n\n<li><br>Aula 10\/04\/25<\/li>\n\n\n\n<li><br>3)<br>Fundamenta\u00e7\u00e3o te\u00f3rica para pensarmos a IMAGEM COMO ATO:<\/li>\n\n\n\n<li><br>Luiz Claudio da Costa | UERJ (https:\/\/luizclaudiodacosta.com.br)<br>em suas reflex\u00f5es no campo da Teoria da Arte sobre corpo e imagem no s\u00e9culo<br>XXI, especialmente em seu livro A condi\u00e7\u00e3o Prec\u00e1ria da arte: corpo e imagem<br>no s\u00e9culo XXI<br>COSTA, Luiz Cl\u00e1udio da. A condi\u00e7\u00e3o prec\u00e1ria da arte: corpo e imagem no s\u00e9culo<br>XXI. Belo Horizonte: Relic\u00e1rio, 2022.<\/li>\n\n\n\n<li><br>A partir do Ciclo de Debates Extremidades, linguagens, mundos oferecido pelo<br>Grupo de Pesquisa Extremidades\/ PPGCOS no 2\u00ba. Semestre de 2024 (Debate<br>1 \u2013 23\/08\/24):<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n\n\n\n<li>https:\/\/extremidades.art\/x\/ciclodebates2024\/<\/li>\n\n\n\n<li><br>https:\/\/youtu.be\/ZNMLFqjLwfA<\/li>\n\n\n\n<li><br>O ser prec\u00e1rio: por uma outra ontologia do corpo<br>(Luiz Claudio da Costa, p\u00e1gs. 28 \u2013 67)<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n\n\n\n<li>O ato da imagem: o reconheci,ento da falha<br>(Luiz Claudio da Costa, p\u00e1gs. 68-134)<\/li>\n\n\n\n<li><br>\u201cNa segunda metade do s\u00e9culo XX, a arte, ao entrar em contato com aquilo<br>que ela n\u00e3o \u00e9, torna-se prec\u00e1ria, assemelhando-se \u00e0 vulnerabilidade da vida.<br>Expondo-se ao outro e aos sistemas de poder que organizam a vida, a arte<br>exibe uma fragilidade, uma incerteza em sua pr\u00f3pria express\u00e3o\u201d<\/li>\n\n\n\n<li><br>\u201cNa pr\u00e1tica art\u00edstica desde ent\u00e3o, a precariedade diz respeito \u00e0 for\u00e7a da falha<br>que move o desejo, deslocando representa\u00e7\u00f5es e demandando do outro um<br>gesto, uma a\u00e7\u00e3o, um ato de imagina\u00e7\u00e3o. Nesse sentido, a precariedade<br>est\u00e9tica al\u00e7a dimens\u00e3o pol\u00edtica\u201d<\/li>\n\n\n\n<li><br>\u201cImagem como experi\u00eancia vivida no corpo do espectador<br>que interage com a obra\u201d<\/li>\n\n\n\n<li><br>IMAGEM COMO ATO<\/li>\n\n\n\n<li><br>Pensar a imagem a partir do corpo e do espa\u00e7o social.<br>A imagem em seus regimes de presen\u00e7a: a imagem como corpo,<br>como inscri\u00e7\u00e3o do gesto, da a\u00e7\u00e3o e presen\u00e7a.<br>Experi\u00eancia e processo de produ\u00e7\u00e3o da imagem<br>a partir do corpo e do espa\u00e7o social.<br>Pressup\u00f5e um processo de troca entre o dentro e o fora da imagem:<br>\u201cAs marcas do outro na imagem,<br>as marcas da imagem no outro: a condi\u00e7\u00e3o prec\u00e1ria da imagem\u201d<br>A imagem a partir de uma experi\u00eancia de contato, como perme\u00e1vel ao real e<br>n\u00e3o apenas restrita ao plano metaf\u00edsico.<br>A imagem em suas rela\u00e7\u00f5es com as linguagens do corpo<br>e ambientada no espa\u00e7o social.<br>O lugar da n\u00e3o separabilidade entre imagem, corpo e espa\u00e7o social:<br>a imagem se faz no corpo do outro, com o outro: essa \u00e9 a sua precariedade.<\/li>\n\n\n\n<li><br>4)<\/li>\n\n\n\n<li><br>Estudo da imagem em seus regimes de presen\u00e7a, seguido por an\u00e1lise cr\u00edtica<br>a partir da experi\u00eancia da imagem em pr\u00e1ticas art\u00edsticas de Piet Mondrian<br>(Amersfoort, 1872 \u2013 Nova Iorque, 1944) e Lygia Clark (Belo Horizonte, 1920 \u2013<br>Rio de Janeiro, 1988)<\/li>\n\n\n\n<li><br>Mondrian<br>O espa\u00e7o ideal moderno, o CUBO, o Neoplasticismo\/De Stijl, impactos na pintura<br>concreta.<\/li>\n\n\n\n<li><br>IMAGEM COMO ABSTRA\u00c7\u00c3O e PR\u00c1TICA GEOM\u00c9TRICA: imagem como<br>objeto em si mesma. Quest\u00f5es da autodetermina\u00e7\u00e3o, autonomia, autosufici\u00eancia<br>e universalidade do projeto moderno.<\/li>\n\n\n\n<li><br>Lygia Clark<br>Desenhe com o dedo (1966)<\/li>\n\n\n\n<li><br>Uma bolsa pl\u00e1stica com \u00e1gua com a inscri\u00e7\u00e3o de um t\u00edtulo imperativo para a<br>opera\u00e7\u00e3o direta com a obra: Objeto relacional.<\/li>\n\n\n\n<li><br>O ATO \u00e9 o que produz o desenho: IMAGEM COMO ATO.<\/li>\n\n\n\n<li><br>Perme\u00e1vel ao real, como um processo de troca, a partir da experi\u00eancia de<br>contato e de rela\u00e7\u00e3o com o outro:<br>a imagem \u00e9 inscrita simultaneamente como um ato da imagina\u00e7\u00e3o, como a<br>manifesta\u00e7\u00e3o de um ato e como um ato corp\u00f3reo.<\/li>\n\n\n\n<li><br>A inscri\u00e7\u00e3o do ato na imagem, como a\u00e7\u00e3o: regimes de presen\u00e7a da imagem.<\/li>\n\n\n\n<li><br>Quest\u00f5es da arte contempor\u00e2nea: proposi\u00e7\u00e3o participativa, performativa,<br>corp\u00f3rea, processual, imanente, sensorial, a\u00e7\u00e3o em tempo real, para a inscri\u00e7\u00e3o<br>de rela\u00e7\u00f5es entre imagem, corpo e espa\u00e7o social.<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n\n\n\n<li>O gesto, a gestualidade, a a\u00e7\u00e3o, o corpo e o espa\u00e7o social: pressup\u00f5e<br>simultaneamente um corpo que imagina e um corpo que atua.<br>Proposi\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter \u00e9tico-est\u00e9tico-pol\u00edtica.<\/li>\n\n\n\n<li><br>A impossibilidade de fixar (dar perman\u00eancia) (a)o desenho, a imagem:<br>conduz tanto \u00e0 experi\u00eancia do fracasso do desenho como linguagem<br>visual\/abstrata quanto \u00e0 sua pot\u00eancia como linguagem do corpo.<\/li>\n\n\n\n<li><br>A imagem em sua imperman\u00eancia das formas, em sua precariedade, em sua<br>interdepend\u00eancia com o outro; como a imagem da vida, da exist\u00eancia, a partir do<br>\u201cdesejo e da angustia da incerteza\u201d (LCC).<\/li>\n\n\n\n<li><\/li>\n\n\n\n<li>\u201cA imagem em suas rela\u00e7\u00f5es de heteronomia \u2013 a exposi\u00e7\u00e3o e a vulnerabilidade<br>em rela\u00e7\u00e3o ao outro\u201d (LCC):<br>a imagem em suas rela\u00e7\u00f5es com o fora \u2013 o estrangeiro \u2013 o estranho \u2013 a diferen\u00e7a<br>\u2013 a alteridade.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Christine Mello PPGCOS | PUC-SP Mar\u00e7o &#8211; 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