{"id":1280,"date":"2022-08-02T11:52:44","date_gmt":"2022-08-02T14:52:44","guid":{"rendered":"https:\/\/extremidades.art\/x\/christinemello\/?p=1280"},"modified":"2023-08-02T16:36:49","modified_gmt":"2023-08-02T19:36:49","slug":"arte-imagens-em-rede-e-corpos-politicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/extremidades.art\/x\/christinemello\/2022\/08\/02\/arte-imagens-em-rede-e-corpos-politicos\/","title":{"rendered":"Arte, imagens em rede e corpos pol\u00edticos (2022.2)"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-large-font-size\"><strong>Semana de Abertura PPGARTES UERJ | agosto 2022 | DEBATE | Christine Mello \u2013 PUC-SP \/ PAPD &#8211; UERJ<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">A pesquisa&nbsp;<strong><em>Arte, imagens em rede e corpos pol\u00edticos<\/em>&nbsp;<\/strong>(2022-2023) aborda&nbsp;rela\u00e7\u00f5es entre arte e sociedade a partir da perspectiva da imagem nas redes sociais, com enfoque nas pol\u00edticas dos corpos e nas comunidades por elas agenciadas.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Nesse contexto, observamos no presente debate<strong> Arte, m\u00eddia e pol\u00edtica: o autoritarismo em quest\u00e3o <\/strong>as&nbsp;proposi\u00e7\u00f5es art\u00edsticas&nbsp;<strong><em> <strong><em><a href=\"http:\/\/www.desvirtual.com\/portfolio\/odiolandia-hateland\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"http:\/\/www.desvirtual.com\/portfolio\/odiolandia-hateland\/\">Odiol\u00e2ndia<\/a><\/em><\/strong>&nbsp; <\/em><\/strong>(2017) e <strong><em> <strong><em><a href=\"https:\/\/museujudaicosp.org.br\/exposicoes\/botannica-tirannica\/\">Botannica Tirannica<\/a><\/em><\/strong>  <\/em><\/strong>(2022), de <strong>Giselle Beiguelman<\/strong> (S\u00e3o Paulo, 1962) a partir das no\u00e7\u00f5es de <strong><em>globalitarismo<\/em><\/strong> do ge\u00f3grafo cr\u00edtico <strong>Milton Santos <\/strong>(Brotas de Maca\u00fabas, Bahia, 1926-2001), de <strong><em>discurso de \u00f3dio<\/em><\/strong> do cientista social <strong>Luiz Val\u00e9rio Trindade <\/strong>e de <strong><em>peste fascista<\/em><\/strong>, assim denominada pela psicanalista, curadora e cr\u00edtica de arte <strong>Suely Rolnik<\/strong> (S\u00e3o Paulo, 1948), que n\u00e3o pode ser separada do racismo estrutural e dos regimes do inconsciente colonial-patriarcal agenciados nas redes sociais.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-huge-font-size\"><strong><em>Odiol\u00e2ndia<\/em><\/strong>&nbsp;(2017)<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Odiol\u00e2ndia (Hateland)\" src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/video\/253899114?dnt=1&amp;app_id=122963\" width=\"500\" height=\"281\" frameborder=\"0\" allow=\"autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-huge-font-size\"><strong><em>Botannica Tirannica<\/em><\/strong> (2022)<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/museujudaicosp.org.br\/exposicoes\/botannica-tirannica\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"409\" src=\"https:\/\/extremidades.art\/x\/christinemello\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2022\/08\/Design-sem-nome-2-1024x409.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1281\" srcset=\"https:\/\/extremidades.art\/x\/christinemello\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2022\/08\/Design-sem-nome-2-1024x409.png 1024w, https:\/\/extremidades.art\/x\/christinemello\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2022\/08\/Design-sem-nome-2-300x120.png 300w, https:\/\/extremidades.art\/x\/christinemello\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2022\/08\/Design-sem-nome-2-768x307.png 768w, https:\/\/extremidades.art\/x\/christinemello\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2022\/08\/Design-sem-nome-2.png 1366w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Botannica Tirannica \u2013 Giselle Beiguelman<br>Museu Judaico de S\u00e3o Paulo<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><a href=\"https:\/\/museujudaicosp.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/05\/Giselle-Beiguelman-no-MUJ-release.docx-1.pdf\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"982\" height=\"810\" src=\"https:\/\/extremidades.art\/x\/christinemello\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2022\/08\/2022-08-02.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1282\" srcset=\"https:\/\/extremidades.art\/x\/christinemello\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2022\/08\/2022-08-02.jpg 982w, https:\/\/extremidades.art\/x\/christinemello\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2022\/08\/2022-08-02-300x247.jpg 300w, https:\/\/extremidades.art\/x\/christinemello\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2022\/08\/2022-08-02-768x633.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 982px) 100vw, 982px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Se o<em> <strong>globalitarismo<\/strong><\/em> sob a forma do capitalismo de vigil\u00e2ncia (dada-dados, Big Data) e suas imagens em rede implementam o regime de visualidade algor\u00edtmica ao mesmo tempo que atuam fora da \u00e9tica, produzindo fen\u00f4menos como os discursos de \u00f3dio t\u00e3o pr\u00f3prios \u00e0s redes sociais, observamos de que modo a arte nestes contextos responde sob a forma de uma posi\u00e7\u00e3o \u00e9tica, diante do que \u00e9 mais vulner\u00e1vel e traum\u00e1tico, como o racismo, a xenofobia, as desigualdades sociais e a discrimina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Nos trabalhos de Giselle Beiguelman, a arte, em suas rela\u00e7\u00f5es com a an\u00e1lise cr\u00edtica do discurso relacionado \u00e0 xenofobia, ao racismo e \u00e0 intoler\u00e2ncia nas plataformas midi\u00e1ticas e redes sociais, atua como um agente ativo capaz de ressignificar o sentido eco-pol\u00edtico, como a for\u00e7a vital que anima o corpo e faz vibrar. Como Suely Rolnik nos diz, pelo afeto, traz a perspectiva \u00e9tica, tensiona a presen\u00e7a vital, \u201c<em>a presen\u00e7a viva do outro em mim<\/em>\u201d, em que o outro n\u00e3o se encontra fora do meu corpo, mas \u00e9 uma presen\u00e7a vital em meu corpo. A arte, busca, nesse contexto, desconstruir o aparato de controle, ferramenta central do autoritarismo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Nessa dire\u00e7\u00e3o, Rolnik sustenta que o fascismo em suas for\u00e7as reativas pode ser compreendido como a despotencializa\u00e7\u00e3o vital da presen\u00e7a do outro em mim. Como uma \u201cf\u00e1brica de mundo\u201d (S.Rolnik, 2022) dedicada \u00e0s for\u00e7as reativas do fascismo, as plataformas online de sociabilidade supostamente dedicadas \u00e0 \u201cconex\u00e3o\u201d, de modo paradoxal, produzem justamente a \u201cdesconex\u00e3o\u201d entre os corpos e os afetos por meio da \u201cnormalpatia\u201d (denominada tanto como doen\u00e7a da normalidade quanto normaliza\u00e7\u00e3o da barb\u00e1rie) que lhes \u00e9 pr\u00f3pria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Para Suely Rolnik, trata-se de aportes da <em>peste fascista<\/em>. Para ela, \u00e9 quando a palavra, a linguagem, se dissocia da alma, como uma doen\u00e7a imanente ao regime colonial-racializante-patriarcal-capitalista.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Nos presentes trabalhos podemos observar embates da esfera micropol\u00edtica por meio da presen\u00e7a de pr\u00e1ticas art\u00edsticas comprometidas com a reconex\u00e3o dos corpos, como constru\u00e7\u00e3o da diversidade, trazendo como princ\u00edpio no\u00e7\u00f5es como pluralidade, dissid\u00eancia, redes de afetos, contato e alteridade.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-huge-font-size\"><strong>Para pensarmos o contexto das imagens em rede:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-huge-font-size\"><strong>Milton Santos <\/strong>(Brotas de Maca\u00fabas, Bahia, 1926-2001)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">\u201c<em>Eu chamo a <\/em><strong><em>globaliza\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><em> de<\/em><strong><em> globalitarismo<\/em><\/strong><em> <\/em><em>porque estamos vivendo uma nova fase de <\/em><strong><em>totalitarismo<\/em><\/strong><em>. O sistema pol\u00edtico utiliza os sistemas t\u00e9cnicos contempor\u00e2neos para produzir a atual globaliza\u00e7\u00e3o, conduzindo-nos para formas de rela\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas implac\u00e1veis, que n\u00e3o aceitam discuss\u00e3o, que exigem obedi\u00eancia imediata, sem a qual os atores s\u00e3o expulsos da cena ou permanecem dependentes, como se fossem escravos de novo. Escravos de uma l\u00f3gica sem a qual o sistema econ\u00f4mico n\u00e3o funciona. Que outra vez, por isso mesmo, acaba sendo um sistema pol\u00edtico<\/em>.\u201d (1999)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">\u201c<em>\u00c9 uma forma de totalitarismo muito forte, insidiosa, porque se baseia em ideias que aparecem como centrais \u00e0 pr\u00f3pria ideia de democracia \u2013 liberdade de opini\u00e3o, de imprensa, toler\u00e2ncia \u2013 utilizadas exatamente para suprimir a possibilidade de conhecimento do que \u00e9 o mundo, do que s\u00e3o os pa\u00edses, os lugares. Eu chamo isso de tirania da informa\u00e7\u00e3o, que, associada \u00e0 tirania do dinheiro, resulta no globalitarismo<\/em>.\u201d (1999)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right has-small-font-size\">SANTOS, Milton. <strong>Cole\u00e7\u00e3o Encontros<\/strong> (Rio de Janeiro: Azougue, 2007).<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-huge-font-size\"><strong>Para pensarmos o contexto do discurso de \u00f3dio:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-huge-font-size\"><strong>Luiz Val\u00e9rio Trindade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">\u201c<strong><em>Discurso de \u00f3dio<\/em><\/strong><em> se caracteriza pelas manifesta\u00e7\u00f5es de pensamentos, valores e ideologias que visam inferiorizar, desacreditar e humilhar uma pessoa ou um grupo social, em fun\u00e7\u00e3o de caracter\u00edsticas como g\u00eanero, orienta\u00e7\u00e3o sexual, filia\u00e7\u00e3o religiosa, ra\u00e7a, lugar de origem ou classe. Tais discursos podem ser manifestados verbalmente ou por escrito, como tem sido cada vez mais frequente nas plataformas de redes sociais. Sendo assim, \u00e9 poss\u00edvel compreender que discursos de cunho racistas veiculados nas redes sociais (sejam eles de forma expl\u00edcita e sem maquiagens, ou camuflados em piadas) se enquadram na categoria de discursos de \u00f3dio<\/em>.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">\u201c<em>Um dos maiores problemas com rela\u00e7\u00e3o ao fen\u00f4meno de constru\u00e7\u00e3o e dissemina\u00e7\u00e3o de discursos de \u00f3dio nas redes sociais \u00e9 que, \u00e0 medida que a sociedade passa a aceit\u00e1-los como algo normal e inevit\u00e1vel, perde-se completamente a capacidade de se indignar contra eles. E esse quadro, no meu entender, \u00e9 muito preocupante e perturbador. Da\u00ed, ent\u00e3o, a import\u00e2ncia em compreender o fen\u00f4meno em toda a sua extens\u00e3o, pois somente com conhecimento s\u00e9rio, qualificado e embasado, \u00e9 que se desconstr\u00f3i a engrenagem que o realimenta<\/em>.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">\u201c<em>As redes sociais s\u00e3o como uma esp\u00e9cie de pelourinho moderno para a promo\u00e7\u00e3o de sess\u00f5es de chicotadas virtuais, simbolicamente representadas por discursos racistas<\/em>.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right has-small-font-size\">TRINDADE, Luiz Val\u00e9rio. <strong>Discurso de \u00f3dio nas redes sociais<\/strong> (S\u00e3o Paulo: Janda\u00edra, 2022).<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-huge-font-size\"><strong>Para pensarmos o contexto das peste fascista:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-huge-font-size\"><strong>Suely Rolnik <\/strong>(S\u00e3o Paulo, 1948)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><em><em>\u201cA tomada de poder globalit\u00e1rio pelo capitalismo, em sua vers\u00e3o corporativa financeirizada neoliberal, deflagrou um novo surto da <\/em><strong><em>peste fascista<\/em><\/strong><em>. A bact\u00e9ria que causa esta doen\u00e7a \u00e9 parte do microbioma do corpo social sob ao regime de inconsciente colonial-racializante-patriarcal-capitalista. A bact\u00e9ria ativa-se quando a falta de oxig\u00eanio inerente ao ecossistema do regime em quest\u00e3o atinge limites insuport\u00e1veis. Deflagra-se ent\u00e3o a peste, atingindo o desejo das massas e transformando os sujeitos num bando de zumbis, abduzidos pelo feiti\u00e7o de relatos que distorcem a realidade. A sociedade brasileira \u00e9 especialmente vulner\u00e1vel \u00e0 ativa\u00e7\u00e3o desta bact\u00e9ria, pelo fato deste pa\u00eds ser o \u00fanico em que jamais foram desenvolvidos anticorpos sociais \u00e0s suas variantes anteriores e tendo jamais sido punidos os respons\u00e1veis por sua ativa\u00e7\u00e3o, desde sua cepa inicial: a cepa colonial-escravocrata. Por\u00e9m, como em suas variantes anteriores, a bact\u00e9ria n\u00e3o logra contaminar o conjunto do corpo social: surgem respostas que produzem anticorpos, logrando criar outros cen\u00e1rios.<\/em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right has-small-font-size\">ROLNIK, Suely. <strong>As Aranhas, os Guarani e alguns europeus<\/strong>. Outras notas para uma vida n\u00e3o cafetinada, S\u00e3o Paulo: N-1, 2022. (prelo)<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:102px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">Para avan\u00e7armos mais nesses estudos, espero contribuir para o presente debate com a seguinte abordagem:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-huge-font-size\"><strong>Arte, m\u00eddia e pol\u00edtica: por outras imagens do mundo nas redes sociais<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\">assim como convid\u00e1-los a darmos continuidade a essa investiga\u00e7\u00e3o por meio da disciplina que desenvolverei com a profa. Sheila Cabo, com in\u00edcio no pr\u00f3ximo dia 9 de agosto, bem como do mini-curso que oferecerei nos dias 6 e 7 de outubro, ambos aqui, no <strong>PPGARTES UERJ.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p class=\"has-huge-font-size\"><strong>muito obrigada!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Semana de Abertura PPGARTES UERJ | agosto 2022 | DEBATE | Christine Mello \u2013 PUC-SP \/ PAPD &#8211; UERJ A pesquisa&nbsp;Arte, imagens em rede e corpos pol\u00edticos&nbsp;(2022-2023) aborda&nbsp;rela\u00e7\u00f5es entre arte e sociedade a partir da perspectiva da imagem nas redes sociais, com enfoque nas pol\u00edticas dos corpos e nas comunidades por elas agenciadas. 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