Gilbertto Prado

Gilbertto Prado (1954,Santos, SP)

Site do artista: gilberttoprado.net

Imagem: Instagram do artista

Gilbertto Prado, artista multimídia e professor do Departamento de Artes Plásticas da ECA-USP é coordenador do Grupo Poéticas Digitais. Estudou Engenharia e Artes Plásticas na Unicamp e em 1994 obteve seu doutorado em Artes na Universidade Paris I – Panthéon Sorbonne. Foi professor do Instituto de Artes da Unicamp e professor convidado da Universidade Paris 8. Tem realizado e participado de inúmeras exposições no Brasil e no exterior. Recebeu o 9º Prix Möbius International des Multimédias, Beijin, 2001 (Menção Especial) e o 6º Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia, 2006, entre outros. Publicou em 2003 o livro Arte Telemática, pelo Itaú Cultural. Trabalha com arte em rede e instalações interativas.

Gilbertto Prado nasceu em Santos, Brasil e é artista multimídia. Estudou Engenharia e Artes Plásticas na Unicamp. Em 1994 obteve seu doutorado em Artes na Universidade de Paris 1 – Panthéon Sorbonne. Foi professor do Instituto de Artes da Unicamp e Professor Convidado da Universidade de Paris 8. Desde 2001 é Professor do Departamento de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA USP.

Começou suas atividades artísticas no final dos anos 70 participando intensamente do movimento de Mail Art e de diversas exposições e projetos, entre eles: XVI Bienal de São Paulo, (setor: Mail Art, 1981). Organizou e concebeu diversas exposicões como: Welcomet Mr. Halley, Paço das Artes (1985); A Terra e Seus Terráqueos em 88, no Clube de Criação de São Paulo.

Nos anos 80 começa a trabalhar de maneira mais sistemática com as redes artísticotelemáticas participando de diversos projetos, entre eles, vários como membro do grupo francês Art-réseaux como: City Portraits, Galerie Donguy (1990); Mutations de l’image, Vidéothèque de Paris (1994). Concebe e realiza alguns projetos nessa mesma direção como Connect, Galerie Bernanos (1991); Moone (1992), Atelier des Réseaux – Machines à Communiquer, La Villette, Paris.

Entre suas últimas participações: Arte e Tecnologia no MAC-USP (1995), Mediações no Itaú Cultural (1997) e City Canibal, no Paço das Artes, São Paulo e da Seleção de Web arte da XXIV Bienal de São Paulo (1998). No ano de 1999 participa da I Bienal de Arte de America Latina, La Grande Arche La Defense, Paris, da exposição Imateriais, Instituto Cultural Itaú, São Paulo, SP e da II Bienal do Mercosul, Porto Alegre, RS. Em 2000 participa entre outras exposições da [email protected], Atenas, AAA/ISEA, Paris e em 2001 Link_Age / MECAD, Barcelona; 9º Prix Möbius International des Multimédias em Pequim, China (prêmio menção especial).

Em 2002, na Sala de Arte Contemporáneo Luis Miró Quesada Garland, Lima, Peru e na XXV Bienal Internacional de São Paulo (Net Arte). Em 2004, na exposição “>=4D”, Centro Cultural Banco do Brasil em Brasília. Em 2005 na exposição Corpos Virtuais no Espaço Telemar, RJ e na exposição Cinético Digital no Itaú Cultural, São Paulo; em 2006 na mostra [email protected] between attention and immersion, ZKM, Karlsruhe – Alemanha; Memória do Futuro, Itaú Cultural (2007); Palavras sem fronteiras, Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro (2007); Paisajes, vídeo, Museo Nacional de Arte Contemporáneo Reina Sofía, Madrid (2008), Chain Reaction, Museum of the City of Skopje, Macedonia (2008); Em Meios, Museu Nacional da República, Brasília (2008); Bienal: Arte Nuevo InteractivA 09, Museo de la Ciudad, Mérida, Yucatan, México (2009); Galeria Expandida, Luciana Brito, São Paulo, Emoçao Art.ficial 5.0, Itaú Cultural (2010); EmMeios#3, Museu Nacional da República, Brasília (2011) e III Mostra 3M de Arte Digital: Tecnofagias, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo (2012).

Tem feito curadorias pontuais, entre elas, em 2004 a exposição Emoção Art.ficial II: Divergências tecnológicas – Itaú Cultural, São Paulo, em parceria com Arlindo Machado e assessoria de Jeffrey Shaw; Exposição de Arte Eletrônica do XII Simpósio Brasileiro de Computação Gráfica e Processamento de Imagens – SIBIGRAPI, em 1999 na Unicamp.

Vem publicando artigos em revistas como Leonardo, Ligeia, ARS, Mots-Voir, assim como participando de várias coletâneas. Em 2003 publicou pelo Itaú Cultural, São Paulo, o livro Arte telemática: dos intercâmbios pontuais aos ambientes virtuais multiusuário.

Texto: Site do artista

Por Christine Mello